sexta-feira, 25 de março de 2011

Balela filosófica




Caminha-se para o nada
e desse nada surgimos, então:
nada de amor,
nada de amar.

Mas como surge algo do nada
para simplesmente nada ser?

Vez por outras se desencadeiam
essas coisas em minha cabeça.

E fica a angústia do meu nada
a discutir com meu nenhum.

Mas pra quê?

(Berg Nascimento)

5 comentários:

  1. O corpo não pára de buscar por algo

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  2. além de um beijo, nada a declarar...

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  3. acrescento a interrogativa: por quê?

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  4. Salve, salve. Muito bom o material aqui, meu velho! Vou seguir tb. Valeu! NADA a acrescentar...

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  5. gostei!obrigada por passar em meu blog estou te seguindo bjs

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