
Esqueça a Lua:
Romântica
De amantes
Mortífera.
Esqueça o Mar também:
Vasto
Sepulcro
Espelho.
Tudo já foi dito
De flores
De dores
Pra rimar com amores...
Há poemas onde nem sabias
eles esperam teu novo verbo,
um detalhe oculto,
outra magia.
Por que não
num lápis sem ponta,
no contorcer da lagarta,
na casa vazia?
Sei que nada foge
aos teus olhos,
és oráculo de deuses mudos.
Mas ignore o que é óbvio
não essa homilia.
(Berg Nascimento)
Lembre do concreto, da fumaça e da chuva e aí sim tente arrancar um romance.
ResponderExcluirSeus comentarios sempre sao bem vindos...ja es fa casa.
ResponderExcluirBerg
ResponderExcluirse me permite dizer, fizemos este poema por osmose, sou co-autor. Tem tudo haver mesmo com o crônica poética que escrevi esta semana (a respeito do fazer poético).
Gostei demais também do comentário do Danilo. É altamente poético.
Depois aprecie a poesia que escrevi ontem.
Muito obrigado pela presença no InterTextual.
Tudo já foi dito e transformado, óbvio, continua sendo reescrito, talvez por haver muitas palavras e poucos ouvidos.
ResponderExcluirMuito bom Berg.
Abraços e ótima semana!
óbvio prazer em te ler...
ResponderExcluirnão me esqueço de você, viu!
beijos, berg.
Olá!
ResponderExcluirVocê postou no poema da Moni , e eu vim conhecer sua poesia.
Belíssima,por sinal.Gostei imensamente.
Apareça sempre no Curta-Metragem e na http://poesiarapida.blogspot.com/ também.
Abraço
Neusa
Poesia dentro
ResponderExcluirPoesia fora
sideral em imaginação,
infinita em espaço,
Metáfora de vida,
Entrega de alma,
presente em silêncios
marcante em sons...
Muito bonito o seu blog... beijos.
http://melodiaemversos.blogspot.com
Posso esquecer a lua e o mar, mas não me esqueci do dia da poesia, e vi te dar um beijo.
ResponderExcluirRossana
Show, Berg!
ResponderExcluirShow!
Adorei.
Abraço
relendo o teu. Por motivo óbvio: gostei demais.
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